Descrição

DESCRIÇÃO

O profissional Engenheiro Agrônomo formado pelo UNAR recebe sólida formação, que contempla visão global dos sistemas de produção agrícola e a aquisição de habilidades para modificá-los em moldes científicos, tecnológicos e socioculturais e consciência cidadã que o comprometa com o seu tempo, com as necessidades do país e da humanidade.

 

Objetivo Geral

O Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Agronômica foi elaborado com o objetivo de permitir ampla capacitação técnico-científica de seus egressos na busca continua por soluções relativas à produção de alimentos, energia e fibras com a sustentabilidade necessária ao desenvolvimento da sociedade. Pretende-se também que o graduando tenha visão empreendedora e ética dos múltiplos aspectos da sustentabilidade social, econômica, cultural e ambiental, relacionados ao bom desempenho da profissão.

 

Objetivos específicos

O aluno de Engenharia Agronômica deve adquirir e desenvolver ao longo do Curso:

a) Sólida base de conhecimentos nas ciências biológicas, exatas e humanas e consciência ética e ecológica visando à conservação do ambiente.

b) Amplo conhecimento dos diferentes processos de produção vegetal e animal, possíveis de serem implementados nas diferentes regiões ecológicas, respeitando os estágios de desenvolvimento regional.

c) Capacidade de empreendimento e de analisar problemas e propor soluções objetivas de ordem técnica, gerencial, organizacional e operacional nas diferentes etapas dos processos de produção, industrialização e comercialização de produtos agrícolas.

d) Criatividade e competência em seu campo profissional para inovação de processos e produtos.

e) Liderança e capacidade de trabalho em equipe.

f) Aptidão para o desempenho de atividades ligadas ao meio rural.

 

PERFIL PROFISSIONAL

Os egressos do curso de graduação em Engenharia Agronômica devem ser profissionais dinâmicos, dotados de consciência ética, com visão crítica e global da conjuntura econômica, social, política e cultural da região onde atua, do Brasil e do mundo, e que estejam preparados para:

  • Gerenciar ou assistir diferentes sistemas de produção vegetal, inseridos desde o contexto de mercados regionais até grandes mercados internacionalizados, agregando valores e otimizando a utilização dos recursos potencialmente disponíveis e tecnologias social e economicamente adaptáveis.
  • Atender às demandas da sociedade quanto à excelência da qualidade dos produtos de origem vegetal, provendo e garantindo a saúde pública.
  • Viabilizar sistemas alternativos de produção e comercialização, que respondam aos anseios específicos de comunidades a margem da economia de escala.
  • Pensar o sistema produtivo contextualizado pela gestão ambiental.
  • Possuir autonomia intelectual e espírito investigativo para compreender e solucionar conflitos, dentro dos limites éticos impostos pela sua capacidade e consciência profissional.
  • Desenvolver pesquisas, extensão e ministrar aulas nas áreas de interesse agronômico.
  • Ser dotado de visão empreendedora e perfil proativo, cumprindo o papel de agente empresarial, auxiliando e motivando a transformação social.
  • Supervisionar, coordenar, orientar, assistir, assessorar, dirigir, periciar e instalar qualquer projeto rural, de caráter agrícola e não-agrícola ou ambientais.
  • Conhecer, interagir e influenciar as decisões de agentes e instituições na gestão de políticas setoriais ligadas ao seu campo de atuação.
  • Posicionar-se em relação aos grandes temas agrícolas e ambientais da realidade brasileira e afetos à profissão de Engenheiro Agrônomo.
  • Apresentar visão de longo prazo, bem como boa capacidade de comunicação.
  • Disponibilizar-se para um aprendizado continuado..

AMBIENTES DE ATUAÇÃO

Os locais nos quais os engenheiros agrônomos podem exercer sua profissão são bastante variados, sendo tanto estabelecimentos públicos como privados. Entre os estabelecimentos públicos, eles podem atuar em laboratórios de pesquisa; em outras organizações governamentais encarregadas de realizar ou promover o trabalho de pesquisa; em Casas da Agricultura e cooperativas, a serviço do agricultor; em instituições superiores e colégios agrícolas, entre outros.

Entre os estabelecimentos privados, eles podem trabalhar em escritórios de planejamento, assessoria e consultoria, como profissionais liberais; em fazendas particulares; em laboratórios de pesquisa de empresas relacionadas ao setor agropecuário (indústrias alimentícias, de bebida, de fumo, farmacêuticas, extrativas, vegetais, de couro etc.); em organizações particulares que realizam trabalhos de pesquisa, como algumas cooperativas, entre outros.


Coordenador